Garota Audiovisual

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sábado, 6 de novembro de 2010

Consumindo 7ª arte

Pense rápido: quando você quer muito ver um filme e não quer perder a chance de comentar a obra, o que faz? Parte para a compra antecipada na Internet, faz o download ou espera chegar o DVD no comércio (formal e informal)?


Há cada vez mais formas de consumir cinema. Isso pode até não mudar muito a maneira como o público recebe e aprecia a obra em si, mas aponta novidades na hora de entender como esse mesmo público gasta seu tempo com cultura.


Num país de tamanhos continentais e de diferenças regionais como o Brasil, fica difícil fazer generalizações. Só para se ter um exemplo, das 2.098 salas de cinema em todo o território nacional, 1.244 estão no Sudeste enquanto a região Norte detém apenas 60 espaços. A concentração e desigualdade se repete dentro da região mais rica do país. No estado de São Paulo são 722 salas. Já no Espírito Santo, apenas 50. Os dados são do Ministério da Cultura.

A concentração na distribuição de salas acompanha também o tamanho do bolso do público cativo. Estudo de 2003 da professora Isaura Botelho feito na grande São Paulo mostra que, enquanto 21,5% do público formado pela classe A/B vai ao cinema de uma vez por semana a mais de duas vezes por mês, na classe C essa porcentagem cai para 7%. Já a fatia que não viu nenhum filme no último ano crava 67% da classe C. Na classe A/B o índice também é considerado alto, mas bem menor: 39,7%.

Passado público, futuro privado

Cinema é a maior diversão, é o maior barato. Porém, diante dos dados, esses lemas soam antigos e defasados. As salas se multiplicaram, mas seus tamanhos reduziram. Assim como a oferta de filmes. Hoje há mais títulos disponíveis, porém, é cada vez menor o tempo de permanência em cartaz.

Mesmo com todo esse cenário, o cinema ainda é o produto cultural mais consumido pelos brasileiros quando a diversão é fora de casa. A força das novas tecnologias e estratégias das empresas exibidoras têm mudado os hábitos de compra, fazendo desse consumo algo mais elaborado e programado.

Thiago Barbosa, 26 anos, trabalha na área médica e é apaixonado por cinema, com um consumo bem acima da média, quase duas sessões por semana. Para manter o ritmo e ganhar tempo, compra os ingressos pela internet. "Como saio tarde do trabalho, é mais viável acessar a web, imprimir e ir direto para a sessão", explica. Para assistir ao Tropa de Elite 2, o jovem adquiriu o ingresso pela internet na quarta-feira anterior à pré-estreia, realizada na sexta-feira. "Já um amigo foi três vezes ao cinema tentar assistir ao mesmo filme no final de semana e não conseguiu porque as salas estavam todas lotadas," comenta.


Para o jovem, salas com novas tecnologias, como o sistema 3D, oferecido na sala Imax do Unibanco Pompeia, são espaços quase impossíveis de se conseguir comprar assentos diretamente no guichê. "Em cinemas de rua com circuito mundial e dito alternativo, é mais fácil, mas em grandes eventos é também bem difícil", comenta Thiago, que preferiu garantir os ingressos da 34ª Mostra de Cinema sempre com antecedência. No único filme no qual comprou direto da bilheteria, não encontrou um assento sequer.

Já a carioca Magali Cecília da Cunha tem 30 anos, é bancária e mãe de dois filhos, de 9 e 2 anos. Ainda pouco afeita às facilidades dos sites de ingresso, admite que ir ao cinema tem exigido mais dela ultimamente. "Nas minhas férias, levei bastante os meninos ao cinema. Apesar de utilizar a web para conferir o horário, prefiro ainda comprar diretamente no guichê. No entanto, as salas dos cinemas São Luiz e Botafogo Praia Shopping já oferecem um terminal automático para cartões de crédito de uma determinada bandeira. Não deixaria de ir ao guichê comprar, mas a economia de tempo e o fato de não ficar em pé na fila facilitam e fazem o serviço ser interessante", comenta.

Iscas tecnológicas e de serviços

Para conseguir a atenção do público em meio a grande oferta de shows, peças de teatro, restaurantes, exposições e demais eventos, os grandes exibidores têm utilizado as mais diversas estratégias.

A Rede Cinemark, com 52 salas em todo o país, lançou no mês passado a venda por celular. Somente smart phones com acesso a Internet e clientes da operadora Claro podem aproveitar o serviço. A plataforma utilizada é a da Ingresso.com, uma das maiores do setor de vendas virtuais, e o pagamento feito por qualquer cartão de crédito.


O cliente ganha na facilidade, as empresas, nas taxas. Os clientes da operadora de celular pagam pelo acesso ao aplicativo, enquanto a Ingresso.com embolsa a taxa de conveniência. Segundo usuários, o valor varia de R$3 a R$2,50 por tíquete.

A compra de lugar marcado, iniciada em 2007, foi outra tentativa de fazer do programa cinema algo mais reservado. O Grupo Severiano Ribeiro, um dos pioneiros, afirma que o sistema está disponível em quase todas as 215 salas. A empresa preferiu não avaliar a validade e a procura do serviço, que divide opiniões. O cinéfilo Thiago Barbosa não é a favor. "Isso facilita a criação da área vip e tira o prazer de chegar cedo para conseguir o melhor lugar, algo que, para mim, faz parte do prazer de ir ao cinema".

Para quem realmente gosta de ser vip, opções não faltam. As salas oferecem belas bombonieres e livrarias, como os do Estação Vivo Gávea e Unibanco Arteplex Frei Caneca. Mas quem quiser luxo mesmo deve ir ao espaço patrocinado pelo Bradesco Prime no Shopping Cidade Jardim em São Paulo. Poltronas em couro, pratos elaborados por chefs, cafés de blend e sommelier para escolha de vinhos e espumantes são oferecidos dentro das quatro salas antes do inicio da sessão. O ingresso varia de R$37 a R$49, conforme o dia da semana. Já o preço da pipoca com azeite trufado não muda. Custa R$15 a qualquer hora do dia ou da noite.

Independente da classe econômica e do preço da pipoca, ir ao cinema já deixou há muito tempo de ser um programa banal, quando se assistia ao filme que estivesse passando no momento, apenas pelo prazer de aproveitar o escurinho da sala.

Fonte :
http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paulo/Cinema/Noticia/Consumindo_7__arte.aspx?id=69004
Autor:
Por Bruno Cesar Dias

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Jornalismo do mal

Soube por vias indiretas que o programa “A Liga”, da Band, está querendo produzir matéria com menores traficantes do Rio, desde que apareçam armados até os dentes, e se propondo a pagar – em dinheiro - o que for necessário para isso. Tudo errado. A começar por querer dar voz ou fazer acerto com bandido. E bom jornalismo, por outra, não aceita produção.

Fonte : http://televisao.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2010/11/04/especial-da-xuxa-sera-mais-economico-este-ano.jhtm

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Cirque Du Soleil prepara espetáculo com músicas de Michael Jackson para 2011

Nova York - A morte do Rei do Pop não irá interromper o que está sendo anunciado como a turnê Michael Jackson.


O Cirque Du Soleil e o espólio de Jackson anunciaram a turnê mundial "Michael Jackson The Immortal" na quarta-feira. Será uma combinação de sua música, coreografia empolgante e efeitos visuais.

A turnê começará em Montreal em outubro de 2011 e passará por várias cidades, incluindo Nova York, Miami, Filadélfia, Los Angeles e Las Vegas.

Uma quantia dos ingressos começa a ser vendida para fã clubes de Michael Jackson e no Cirque Du Soleil na quarta-feira. O restante dos ingressos será vendido a partir de sábado.
 
Fonte : http://musica.uol.com.br/ultnot/ap/2010/11/03/cirque-du-soleil-prepara-espetaculo-com-musicas-de-michael-jackson-para-2011.jhtm
Autor : Redação Uol

Estúdio MGM pede concordata nos EUA

NOVA YORK, 3 de novembro (Reuters) - A Metro-Goldwyn-Mayer Studios, um dos estúdios mais famosos de Hollywood, pediu concordata nesta quarta-feira, após tentar durante anos reduzir seu endividamento (no Brasil, a concordata seria equivalente ao processo de recuperação judicial).


O investidor bilionário Carl Icahn disse que chegou a um acordo com a MGM e seus credores antes do pedido de proteção contra falência para ajudar o estúdio.

Ele disse que pelo plano a MGM vai adotar mudanças na governança corporativa e não vai adquirir o catálogo de filmes da Cypress.

Icahn também terá o direito de apontar um diretor para o conselho da MGM quando a empresa sair da concordata.

A MGM e diversas afiliadas pediram concordata em um tribunal de Manhattan, de acordo com documentos judiciais.

Fonte :http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2010/11/03/-estudio-mgm-pede-concordata-nos-eua.jhtm
Autor : Redação Uol

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Programação cultural

1º PRÊMIO TRANSATLÂNTICO DE FOTOGRAFIA

Inscrição: 24/09/2010 a 08/11/2010

O 1º Prêmio Transatlântico de Fotografia é voltado a todos os fotógrafos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil. Com o tema: “conte sua viagem em imagens fotográficas”, tem como objetivo estimular a interpretação livre e criativa da palavra “viagem”, em uma série de 04 fotografias, em seqüência. O prêmio conta também com o patrocínio da Rimowa e do Grupo ALATUR.

1º LUGAR :

Prêmio de R$ 3.000,00, uma mala Rimowa e duas noites no Juquehy Praia Hotel (a partir de março de 2011) oferecido pela Alatur

2º LUGAR

Prêmio de R$ 1.500,00

3º LUGAR

Premio de R$ 800,00

Os quesitos usados pela comissão julgadora serão originalidade, criatividade, enquadramento, foco, iluminação e roteiro de acordo com o tema. “Qualquer coisa pode se tornar uma viagem, uma formiga que se locomove de um lugar para o outro também é uma viagem. O tema possibilita várias soluções, vale a criatividade de cada um”, destaca o premiado fotógrafo Caio Reisewitz, idealizador do Prêmio.

As fotos da exposição estarão a venda e a receita será revertida à Aldeias Infantis SOS do Brasil, entidade internacional que atende mais de um milhão de crianças no mundo, e está no Brasil há 42 anos. O trabalho com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social merece o incentivo

Fonte : http://clubtransatlantico.com.br/cultural/set_out2010/premio.html
Autor : Club Transatlântico

Música Clássica

Aos bons conhecedores, principiantes ou profissionais de música clássica, o Guia da Semana selecionou espaços culturais em São Paulo e no Rio de Janeiro para conferir apresentações de orquestra, espetáculos de dança e intervenções pautadas pela tradição erudita musical.

Com tratamento acústico e programação que inclui exposições, peças de teatro e acervos de objetos antigos, os estabelecimentos escolhidos foram construídos entre 1903, caso do Teatro Municipal de São Paulo, e 1999, caso da Sala São Paulo. Além de programar montagens clássicas, os espaços também propiciam passeios históricos, seja pela música, pela encenação ou pela arte.


Sala São Paulo
Praça Julio Prestes, s/n
Luz - - (11) 3367-9573

A Sala São Paulo, localizada no grande hall do Complexo Cultural Júlio Prestes, antiga estação de trens da Estrada de Ferro Sorocabana, é sede da Orquestra Sinfônica de Estado de São Paulo (Osesp) desde que foi fundada. O local, que tem capacidade para receber até 1501 pessoas, foi reformado e inaugurado em 9 de julho de 1999 - após dois anos de obras.



Considerada uma das três melhores salas de concertos do mundo, destaca-se ainda por seu forro móvel motorizado, formado por blocos independentes. Além de dar um ar de modernidade ao prédio, projetado pelos arquitetos Cristiano Stockler das Neves e Samuel das Neves em 1925, o sistema propícia acústica ideal para inúmeros ritmos musicais.

Paralelamente às atividades musicais e eventos, a Sala São Paulo promove diariamente visitas monitoradas abertas ao público. Durante o passeio, que deve ser agendado previamente, os visitantes conhecem as características, o dia a dia do local e um pouco da história, que inclui informações sobre a Estação Júlio Prestes e curiosidades sobre o projeto de restauro.

Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro

Rua Frei Caneca, 525
Estácio - - (21) 2197- 0900


Com 125 anos de história, a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro se destaca pela imponente fachada com ares de teatro. Não à toa, o local também conserva visão musical.

Além de contar com apresentações nos cultos, a igreja é conhecida por abrigar eventos música paralelos mensalmente. Eles são realizados na marcante Sala de Música.

Todos os meses, passam por lá instrumentistas formados na própria igreja e músicos seculares. Geralmente, o espaço é usado para concertos clássicos e shows solos.

Fonte : http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paulo/Shows/Noticia/Musica_Classica.aspx?id=68410
Autor : Redação Guia da Semana